sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

Um amor do tamanho de um diamante do tamanho do Ritz

Amor tão raro, um prisma inatingível,

Brilhando além do tempo e da razão,

De pedra e luz, encanto indivisível,

Reflexo eterno em límpida ilusão.


Ergue-se altivo, acima dos mortais,

Soberbo e frio, à sombra do desejo,

Tesouro que os avaros querem mais,

Mas que, ao tocar, desfaz-se num lampejo.


Um amor que, como a esperança, sonha,

Tal qual um diamante cuja luz brilha

Com força tamanha.


Amor que, como a fé, ainda pequena,

Tal qual um grão de mostarda,

Move montanhas.

Nenhum comentário:

Postar um comentário