Para romper a forma do direito,
Que serve e nutre a bárbara opressão,
É imperativo erguer da multidão
A força que aniquila o vil preceito.
Assim, ao desvelar o vão sujeito,
Cravamos dura enxada neste chão,
Para travar a vil espoliação,
E ver o velho cárcere desfeito.
Pois só vencendo o código fatal,
E preparando o solo à sã semente,
Movidos pelo nosso rude afã;
É que veremos, livre e triunfal,
A nossa história erguida, onipotente,
À clara luz da estrela da manhã!
04 de junho de 2026, Universidade Federal de Minas Gerais (Campus Direito).
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