Navego entre ideias,
mas preciso ser sereno,
controlar minhas velas,
manipulá-la aos ventos.
Preciso me guiar
nessa imensidão,
saber navegar por onde quer
meu coração.
Tomar as rédeas da vida,
beber de cálices escolhidos,
sem se deixar a esmo,
tão só, e tão perdido.
Preciso me encontrar,
e, para tanto, me perder,
mas preciso me encantar
até o dia em que morrer.
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