As pulsões,
como ondas de um mar,
me carregam.
O mar — de meu interior —
me afoga,
e meu íntimo
se exterioriza
em busca da Outra,
de fora de mim.
E volta
ao que habita
meu ser — que é nada
além do devir,
das pulsões que,
como ondas do mar,
me negam,
me transformam,
me enlevam,
me carregam.
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